Com o envelhecimento, pele e unhas ficam mais frágeis.
A sensibilidade pode mudar e o equilíbrio exigir atenção.
Cortes técnicos previnem feridas e desconfortos.
Hidratação direcionada evita fissuras dolorosas.
Calçados e meias adequadas reduzem riscos de quedas.
Acompanhamento periódico mantém a autonomia.
Atenção a medicações que alteram a pele é necessária.
A inspeção domiciliar dos pés detecta alterações iniciais.
Orientamos familiares e cuidadores sobre cuidados diários.
Órteses podem aliviar pressões e desalinhamentos.
Quando há doenças crônicas, integramos o cuidado com a equipe.
Sinais de infecção precisam de avaliação imediata.
A dor não é “normal da idade” e pode ser tratada.
Ajustes simples no calçado fazem grande diferença.
Atividades leves ajudam a manter circulação.
O ambiente deve facilitar calçar e descalçar com segurança.
Educar é tão importante quanto tratar.
Objetivo: conforto, mobilidade e independência.
Resultados vêm com constância e acompanhamento.
Cuidar dos pés é cuidar da liberdade de ir e vir.